Arquitetura
Entrada do experimento, preservação da Variante A e evolução da Variante B.
Serviço de saúde | Agendamento
Como uma variante de direcionamento externo evoluiu diante de restrições técnicas e feedbacks, sem alterar a jornada de agendamento que já existia.
O trabalho conectou
O estado comprovado é o desenho e seus refinamentos.
Não há evidência de execução do experimento.
01 | O contexto
A entrada de Agendamento já levava a uma jornada completa. A proposta precisava manter esse caminho como Variante A e criar, na Variante B, um direcionamento curto para uma plataforma externa.
Preservar o percurso atual e suas decisões sem duplicar ou redesenhar o fluxo.
Orientar a pessoa para uma ação externa com mensagem e CTA coerentes.
Abrir a plataforma não permite afirmar que o agendamento foi concluído.
02 | Arquitetura proposta
A divisão foi prevista na entrada de Agendamento. Assim, a Variante A continuava no fluxo existente e a Variante B concentrava apenas a nova orientação.
Continuidade no agendamento existente, sem alteração de arquitetura ou copy.
Novo segmento curto, com orientação, CTA e continuidade conversacional.
A regra de distribuição do teste, a persistência da variante e a implementação técnica não foram definidas por UX/CD.
03 | Evolução da Variante B
As versões registram uma redução progressiva de escolhas e componentes. O objetivo foi manter a orientação clara dentro das possibilidades técnicas disponíveis.
A pessoa recebia alternativas externas separadas para escolher onde continuar.
A escolha do destino passou a anteceder uma ação explícita de continuidade.
O desenho final reuniu orientação e ação principal em uma experiência mais direta.
04 | Copy e comportamento
O CTA iniciava uma ação fora da conversa. Por isso, a copy orientava a continuidade sem tratar acesso, clique e conclusão como o mesmo estado.
A versão apresentada no case é uma reconstrução conceitual. URLs, textos proprietários e configurações do projeto não foram expostos.
05 | Restrições e decisões
Componentes disponíveis, comportamento do link e possibilidades de implementação foram tratados como condições de desenho, não como detalhes posteriores.
A jornada original já concentrava integrações e decisões próprias.
Isolar o experimento antes do fluxo e evitar qualquer duplicação.
As alternativas desenhadas precisavam caber nos componentes viáveis para implementação.
Reduzir etapas e ajustar a relação entre escolha, mensagem e CTA.
O bot não recebia confirmação da conclusão na plataforma externa.
Comunicar direcionamento sem prometer que o agendamento ocorreu.
06 | Continuidade
O desenho anterior previa retorno ao menu ou encerramento após a ação externa. Essas saídas foram tratadas como continuidade do bot, sem presumir que a finalização existente pudesse ser reutilizada por inteiro.
Retomar a navegação principal quando a pessoa ainda precisava do bot.
Finalizar em um ponto compatível com o contexto da variante.
Recuperar a interação sem criar caminho morto depois do direcionamento.
Contingência identificada, com tratamento pendente de definição.
O comportamento final dessas saídas na implementação não está comprovado pelos materiais disponíveis.
07 | Minha atuação
Analisei o ponto de entrada, preservei a jornada existente e adaptei a Variante B ao longo dos refinamentos. Atualizei arquitetura, desenho, mensagens, CTAs e indicação de continuidade para manter a copy alinhada ao comportamento possível.
Entrada do experimento, preservação da Variante A e evolução da Variante B.
Orientação, CTA e limites da mensagem de acordo com o estado conhecido.
Ajustes a partir de feedbacks de Produto, liderança, stakeholder e Desenvolvimento.
A estratégia do teste, a solicitação de simplificação final e as decisões técnicas vieram de outras pessoas e áreas. Implementação e resultados experimentais não integram minha atuação comprovada.
08 | Estado comprovado
O case demonstra a evolução da proposta e o trabalho de adaptação de UX/CD. O estado comprovado permanece no desenho refinado da experiência.
A página usa diagramas reconstruídos e omite URLs, identificadores internos e configurações do projeto.
Síntese
A evolução reduziu componentes na Variante B sem reescrever a jornada existente. A versão final do desenho ficou mais direta, com copy compatível com o comportamento real e fronteiras claras entre experiência e implementação.
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